Na tarde desta quarta-feira (26), o CEO do Vasco, Luiz Mello, participou do programa ‘Seleção SporTV’ e comentou sobre a administração do Maracanã. O dirigente cruzmaltino aproveitou para informar que o clube irá pedir ao Flamengo para jogar no estádio contra o Santos, no dia 14 de maio.
“Já que o Fluminense disse que não tem problema em haver jogo no Maracanã em um intervalo de 24 horas, vou pedir ao meu jurídico que solicite que Vasco x Santos, no dia 14, seja no Maracanã. Vamos enviar um pedido ao Flamengo. Espero que desta vez a gente não precise acionar a Justiça”, declarou.
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Na data solicitada pelo Vasco não há nenhum jogo marcado no Maracanã. O Mais Querido atua fora de casa contra o Bahia e, no dia 13, o Fluminense recebe o Cuiabá. Ou seja, a previsão é dois jogos seguidos no estádio carioca.
Além disso, o CEO do cruzmaltino afirmou que o clube tem intenção de disputar mais 16 jogos no Maracanã no decorrer do Brasileiro: “Se não houver problema, a gente joga mais 16 partidas, tenho certeza que nossa torcida lota o Maracanã”.
Luiz Mello, afinal, deu uma alfineta na renovação da cessão do Maracanã a Flamengo e Fluminense, que terá mais seis meses de duração.
“Como o Maracanã é um bem público, o Vasco tem direito de jogar nele. E a gente vai sempre brigar por isso. O Vasco vai sempre brigar pelo seu direito de jogar no Maracanã. É como a nossa torcida diz: São Januário é meu, o Maracanã é nosso”, afirmou.
CEO do Vasco rebate presidente do Fluminense e chama postura do Governo de ‘vergonha’
O dirigente cruzmaltino Luiz Mello se aprofundou sobre a renovação da cessão do Maracanã à dupla Fla-Flu. Para ele, a postura do Governo do Estado foi ‘vergonha’.
“É um bem público, o Governo quando diz que não teve tempo para fazer uma nova TPU se coloca numa posição ruim. Estamos avisando ao Governo desde outubro que queremos participar da licitação e também da cessão temporária. Uma vergonha o que o Governo fez. Se tivermos que ir até as últimas consequências, o Vasco vai brigar pela sua torcida. São Januário é meu, o Maracanã é nosso”, disse o diretor.
O CEO do Vasco, por fim, também rebateu as declarações do presidente do Fluminense, Mário Bittencourt, e discordou de que o clube prejudicou o gramado.
“A declaração do Mario foi infeliz, desrespeitou a instituição e os torcedores vascaínos. É meu papel reorganizar a história. Que o Vasco destroçou o gramado não faz nenhum sentido quando se tem 10 jogos e o Vasco joga o décimo, a culpa ser totalmente do Vasco. Você tem uma sequência que deteriora o gramado”, falou, por fim.
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