O uruguaio Giorgian de Arrascaeta é praticamente uma unanimidade dentro da torcida do Flamengo. O Camisa 14 é o único remanescente do time histórico de 2019 que segue titular no Rubro-Negro após cinco anos. Nesta quinta (11), outro craque se juntou ao coro de admiradores do meia do Fla. E não foi qualquer um, mas simplesmente o irmão do maior ídolo da história do Flamengo.
Edu Antunes Coimbra, de 77 anos, deu entrevista ao canal da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) e não escondeu a admiração por Arrascaeta. O irmão mais velho de Zico comparou o atual meia rubro-negro com jogadores dos anos 1960 e 1970, época em que Edu brilhou pelo América-RJ.
➕Zico fala sobre Neymar no Flamengo: ‘Dei a bênção’
Edu disse: “Naquela época tinha tanto talento que um jogador como o Canhoteiro tinha que jogar aberto na ponta. Hoje não tem tanto. O futebol tá muito truncado no meio de campo. Agora, o cara que faz a diferença vai aparecer de qualquer maneira. O Arrascaeta, por exemplo, tem uma capacidade criativa impressionante.”
Edu Coimbra chegou a jogar no Flamengo na década de 1970
Ainda na entrevista, Edu Coimbra seguiu elogiando Arrascaeta. O irmão de Zico disse: “Ele tem muita habilidade. Ele trata a bola com carinho. A bola é feminina porque você precisa tratar com jeito. Termina com A para a gente cuidar com jeitinho.”
Edu Coimbra brilhou entre 1966 e 1974 no América-RJ. Foram 395 jogos e 267 gols marcados. O irmão mais velho de Zico chegou a jogar pelo Flamengo, inclusive foi contemporâneo do irmão. Com o Manto Sagrado, foram apenas 24 jogos entre 1975 e 1976, mas com 11 gols marcados.
Siga o MRN no X/Twitter, Threads, BlueSky e no Instagram.
Contribua com a independência do nosso trabalho: seja apoiador.
- Sofascore destaca números de Wesley com liderança importante
- Zico fará Jogo das Estrelas no Japão em 2025
- Meia do Internacional deve enfrentar o Flamengo no sacrifício
- STJD: Alcaraz está livre para jogar, mas Braz é suspenso e perde fim do Brasileirão
- Flamengo x Internacional: Rochet projeta dificuldades no Maracanã